o SIM de SEMPRE


Ontem, dia 27 de Julho, realizou-se na Sé Nova de Coimbra, pelas 16h, a ordenação de Sacerdote de José Carvalho e Orlando Henriques, a instuição de Júlio Simões e Luís Loulé como Diáconos Permanentes e de Francisco Prior Claro (Seminarista) como Diácono.

Estavam todos radiantes, mas tenho de destacar a luz que o Francisco radiava. Uma felicidade tremenda com este "novo" SIM dado hoje perante uma Sé cheia de pessoas que não se deixavam incomodar pelo calor ou pelo cansaço.

O Francisco é alguém que está sempre disponível para dar e voltar a dar alegria, boa disponização, mas também sensatez e serenidade.

Nós somos os teus manos, manos de/em Missão.

O Grupo Missionário João Paulo II é também a tua família e podes contar que ficará sempre na retaguarda, orando para que continues este teu caminho tão lindo.

Só tenho a desejar mais uma vez os Parabéns e muita força e coragem.



Sara Teixeira

Feijoada Missionária

Decorre amanhã, pelas 12h45, na comunidade cristã de Simões (Soure) a
FEIJOADA MISSIONÁRIA
trata-se de um almoço solidário a favor da Missão JP2 em Chapadinha.

este almoço-solidário é possivel graças à colaboração de muitos: para além dos elementos do Grupo Missionário há a destacar, de um modo paricular, os cristãos de Simões e também da empresa FILENOS

desde já aqueles que nos esperam em Chapadinha agradecem o apoio.

Creio, Adoro, Espero e Amo-vos...


















Há quem diga que uma imagem vale mais que mil palavras...
Eu acredito que uma imagem pode dar asas à imaginação e ser entendida por cada um de modo diferente...Pois é, é esse o Segredo...o Retiro foi vivido por cada um de modo diferente, trazendo novas ideias, novos pensamentos, ... Mas principalmente trouxe-me um novo sentido de alegria. Uma alegria confiante e amostra de um amor, reflexo daquele amor que recebo de Deus.
Como a partilhar mostro um pouco do que sou...deixo aqui uma pequena e simples oração que escrevi durante estes dias em que vivemos mais profundamente a certeza de que "Creio, Adoro, Espero e Amo-vos...", dias que agora estão a ser vividos, porque consegui trazer para o meu dia-a-dia essa certeza....
Pai,
Te confio esta Missão que me convidas a SER.
Ilumina-me, nessa Tua paixão, para que não desista, não tenha medo e não caia.
Auxilia-me na procura dos instrumentos necessários, para que com a certeza do Teu amor vá construindo...
Partilharei a minha Fé, a minha esperança e o meu amor, na Certeza de que são Testemunhos da Tua Vida.
Sara Teixeira




“Meu Deus, eu Creio, Adoro, Espero e Amo-Vos”

O fim-de-semana de retiro do nosso/vosso Grupo Missionário João Paulo II, que teve como epíteto "Meu Deus, eu Creio, Adoro, Espero e Amo-Vos", iniciou e terminou na cidade de Torres Novas. Estabelecido nesta cidade, o Centro Ana Maria Javohey, pertença das irmãs de São José de Cluny, acolheu-nos para uma missão "nas nossas gentes", com o compromisso de missão "nas Vossas gentes", como missionários ad gentes, sempre por Deus sendo "gente nas gentes". Orientado pelo Padre Luís Miranda e pela Irmã Otília, o retiro teve como base a reflexão, a oração e a comunhão.
O retiro, nos dias de 28, 29 e 30 de Maio, teve como alma o seu simbolismo. O dia 28, sexta-feira, simbolizou os verbos Crer e Adorar; o dia 29, o Esperar; e o dia 30, o Amar. O sentido destes verbos foi sendo redescoberto, dia após dia, noite após noite, exigindo o nosso desendeusamento constante, e potenciando o nosso crescimento na pequenez de quem não espera mais do que Crer, Adorar e Amar, na certeza de que Ele gravou a nossa imagem na palma das suas mãos (Isaías 49, 16).

Ângela Peça, a vossa pecadora arrependida:)

Retirei-me do mundo!...


Um retiro é sempre um momento em que nos colocamos à vontade com Deus e connosco próprios. Assim, começámos por nos descalçar... Ou melhor, fomos descalçados por Deus, para que pudessemos estar mais à vontade. E assim, no silêncio da noite “sintonizámos o nosso rádio, o nosso mundo interior e diminuimos as interferências, os ruidos”.
Na primeira noite fomos desafiados a dizer EU CREIO. E com isto a acender a luz da nossa fé, que se manteria acesa de cada vez que nos encontrássemos com Ele na nossa capela.
Por entre leituras e orações fomos percebendo o que é isto... de crer! Mas será que conseguimos compreender na totalidade? Para mim significa confiar de olhos fechados, tal como iniciámos o nosso retiro. Porque o caminho só nos pode levar a pessoas e lugares cada vez mais brilhantes. E isto não é ser optimista.  Pois a nossa confiança reside em Deus e não na sorte ou no azar. Isto é CRER!

Sábado de manhã dissémos EU ADORO. E acabei por  descobrir que afinal não adorava tantas coisas como pensava... Eu gostava de muita coisa, mas adorar só a Deus.  Porque adorar envolve não só louvar, saber agradecer, mas também deixar-me completamente “gravado na palma da mão de Deus” para que por meio de mim Ele possa fazer o melhor nos que me rodeia. Neste adorar há então um confronto com a minha pequenez perante este Deus que é tão grande, mas ao mesmo tempo tão próximo! Uma coisa engraçada que aqui deixo é a minha resposta à questão de como desenhariamos Deus: pois bem eu desenhei uma mancha enorme... Porquê? Porque para mim é algo que não consigo definir. E como nos disse o nosso Papa: por mais que O tentemos definir ele é sempre muito mais. E eu concordo plenamente ;)
Sábado de tarde experimentámos a ESPERA! E o que significa esperar, ter esperança e ser esperança. Consegui perceber algo que já sabia, mas sobre a qual nunca tinha pensado J Quem luta é porque tem esperança. E quem abandonou a luta é porque já perdeu, mas antes de tudo, perdeu a esperança. Percebi que se alguém não é capaz de acender a luz da sua fé, não é acendendo a sua vela que realmente a estou ajudar... o que devo fazer é ajudá-la a acendê-la. Por fim, para sermos esperanças temos que a ter, mas temos que juntar tudo o que até agora já tinhamos entendido... Que crer e adorar a Deus, e o único caminho, porque só Ele é a Esperança. Para acabar o dia aproveitámos o silêncio do fim de tarde e noite no Santuário de Fátima e nessa escuta me encontrei mais profundamente a mim, com os meus irmãos, Deus e Maria. E foi fantástico estar no santuário com todo aquele intimismo que só é possivel quando não há confusões, ruidos, ou as tais “interferências”.
No domingo, sentimos o que não é fácil de sentir... AMOR! E percebi o que a mim Deus me propõe (Como partilhava na tarde de sábado)... me propõe o baixar das armas, das defesas. Que me desafia à vulnerabilidade! A deixar-me tocar pelos outros. E sinceramente para mim isso é das coisas que mais me custam. Porque isso significa sujeitar-me a ser magoada. Mas como já ouvia dizer desde miuda... Quem não arrisca não petisca, não é verdade?
E assim, aqui deixo a música que mais me marcou neste retiro e que resume o sentimento que este retiro me deixou...



Margarida Neves

Testemunho



Nos passados dias 28, 29 e 30 de Maio, o Grupo Missionário João Paulo II, esteve em retiro em Torres Novas. Eu gostaria de partilhar o que foi para mim viver este retiro, o que me trouxe de novo!
O retiro tinha como tema: "Meu Deus eu CReIO, ADORO, ESPERO e AMO-VOS".
Quantas vezes dou por mim a cantar esta pequena oração que o anjo ensinou aos pastorinhos? Principalmente quando vou "sozinha" a coduzir...
Apesar de já ter cantado muitas vezes esta oração, neste retiro pude parar e reflectir cada uma das suas palavras, cada um dos seus sentidos!
Na 6ª feira à noite, começámos por trabalhar o sub-tema "Meu Deus eu CREIO".
Foram-nos vendados os olhos e cada um foi levado para o jardim da casa (onde se podia ouvir a água do poço a correr...) e foi-nos lavado o pé, tal como Jesus fez aos discípulos.
Sentir o vento a correr no meu pé, fez-me sentir livre, uma liberdade que por breves instantes ultrapassou os meus próprios limites. Fazer-me humilde e imaginar que era Jesus que me lavava o pé, foi sem dúvida o mais difícil... Mas ao sentir o meu pé ser beijado, fiquei completamente desarmada!
Na manhã de Sábado, trabalhámos o sub-tema "Meu Deus eu ADORO".
Dois momentos foram muito marcantes para mim. O primeiro foi entrar na capela descalça! Deixar a comodidade dos meus sapatos e sentir a irregularidade do chão, conversando mais de igual para igual com Jesus. O segundo doi rezar prostrada pelo chão. Foi algo que nunca tinha feito, mas que ainda me coloca mais ao nível de Jesus e me "obriga", sem dúvida, a estar mais próxima Dele.
Na tarde de Sábado trabalhámos o sub-tema "Meu Deus eu Espero".
Visualizámos um filme: "Jacob, o mentiroso". Um filme que me marcou e me deixou algumas questões: Vivo a minha vida com esperança? Como é que a minha esperança pode ajudar os outros? Devo arriscar ajudar? E quando a minha própria esperança falta, o que acontece à esperança que transmito aos outros?
Já à noite, vivemos a Via Sacra de Jesus nos Valinhos.
Na manhã de Domingo trabalhámos o sub-tema "Meu Deus eu AMO-VOS", celebrando, ao fim da manhã, a Eucaristia.
Como voltei para casa? Diferente.... A minha vida já estava a precisar de uma paragem, já sentia necessidade de reflectir sobre tudo o que ela é, mas nem sempre é facil fugir daquilo que é a nossa rotina, o nosso dia-a-dia... Neste retiro tive tempo para mim, para o grupo, mas principalmente para Ele.


Susana Marques

Se eu não acreditar...


Realizou-se a 22 de Maio o 1.º Fórum Missionário.
Mais uma vez, o grupo Missionário João Paulo II marcou a sua presença, esbanjando alegria com a animação musical e atenção perante aquilo que foi falado.
Foi-nos feito um apelo (a todos os Cristãos), de que não fiquemos acomodados nos nossos lares, nas nossas vidas, nos nossos trabalhos, nos nossos pensamentos…enfim…em nós mesmos, mas que “partamos” em direcção ao outro para com ele partilhar este sentimento (Felicidade) que nos preenche por sermos Cristãos. É certo que não nos podemos ficar só pelo sentimento (Ah…eu já sinto…tudo bem…). Não…é preciso partilha…ir ao encontro…não ter medo, mas confiança.
De que serve o desejo de partilhar, de testemunhar se me deixo ficar?
Ser Testemunho de Jesus Cristo não é difícil ou “estranho”, embora se possa pensar que sim! Basta sermos sua imagem pelos gestos, pelas atitudes…Sermos nós mesmos, mas com a certeza de que Ele habita em nós!
E porquê não partir descalços? Ou seja, partir com a certeza de que as nossas fragilidades estão em contacto com outras fragilidades. Descalçar é símbolo de um deixar de preconceitos, ideias fixas, “ídolos”…e sentir com os nossos próprios pés o caminho…Se feridas forem aparecendo significa não dor…mas alegria, porque fui capaz de me descalçar e sentir que sou frágil. Uma fragilidade sem medo que seja reconhecida.
Se eu não Acreditar que posso mudar o mundo, não vale a pena sair de “casa”!


Sara Teixeira

Teatro solidário

Hoje à noite 22h
Centro Paroquial de Cantanhede
Teatro solidário com a Missão
Tributo ao Passado:
"Há muito tempo era assim..."
Organizado pelo Grupo de Teatro S. Pedro (Cantanhede)
com o desejo de ajudar a Missão JP2 no Nordeste do Brasil
podemos contar contigo?

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