Mais um pedaço


Aqui fica um pedaço, ainda que muito pequeno,

da alegria que nos levou a dar rosto à missão 2009

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Dizia a toda a Igreja o nosso amado Papa João Paulo II no Ano 2000:

"O compromisso missionário brota como fogo de amor da contemplação de Jesus e do fascínio que Ele emana. O cristão que contemplou Jesus Cristo não pode deixar de sentir-se arrebatado pelo Seu fulgor (cf. Vita consecrata, 14) e de testemunhar a sua fé em Cristo, único Salvador do homem. Que grande graça é esta fé que recebemos como dádiva do alto, sem qualquer mérito da nossa parte (cf. Redemptoris missio, 11)!

Por sua vez, esta graça torna-se fonte de responsabilidade. É uma graça que faz de nós anunciadores e apóstolos: eis por que motivo na Encíclica Redemptoris missio eu dizia que "a missão é um problema de fé, é a medida exacta da nossa fé em Cristo e no seu amor por nós" (n. 11). Depois, acrescentava: "Se o missionário não é contemplativo, não pode anunciar Cristo de modo credível" (n. 91).
É fixando o olhar em Jesus, missionário do Pai e Sumo Sacerdote, autor e consumador da fé (cf. Hb 3, 1; 12, 2), que aprendemos o sentido e o estilo da missão. Ele não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate em favor de todos. Na sequela de Cristo, o dom de si a todos os homens constitui um imperativo fundamental para a Igreja e, ao mesmo tempo, a indicação de um método para a sua missão.

Dar-se significa em primeiro lugar reconhecer o outro no seu valor e nas suas necessidades. "A atitude missionária começa sempre com um sentimento de profunda estima pelo que há no homem, por aquilo que ele mesmo, no íntimo do seu espírito, elaborou em relação aos problemas mais profundos e importantes; trata-se de respeitar tudo o que nele actuou o Espírito, que sopra onde quer" (Redemptor hominis, 12).
Assim como Jesus revelou a solidariedade de Deus pela pessoa humana, assumindo totalmente a sua condição, excepto o pecado, também a Igreja deseja ser solidária com "as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens do nosso tempo, sobretudo dos pobres e de todos os que sofrem" (Gaudium et spes, 1). Ela aproxima-se da pessoa humana com a discrição e o respeito de quem tem uma obra a realizar e acredita que o primeiro e maior serviço consiste em anunciar o Evangelho de Jesus, em fazer conhecer o Salvador, Aquele que revelou o Pai e, ao mesmo tempo, em desvelar o homem ao próprio homem.
"

(Podes ler o texto na integra AQUI)

3 comentários:

Alexandra disse...

Querida família :) Que saudades de todos e de cada um de vós <3 Os amigos são anjos que Deus nos pões no caminho, para que ele seja mais bonito, rico e leve... De todo o coração, Deus está em cada um de vós... Agradeço esta Graça que me foi concedida... Foi única e irrepetível!!

Beijos doces!!!

Xavier disse...

Wow.
Agora já podemos ver para onde foi o dinheiro que doámos na esperança de ajudar um grupo missionário a ajudar pessoas...
Sim... Podemos ver por essas fotos cheias de poses e que mostram tudo menos trabalho missionário que ANDARAM A PASSAR FÉRIAS ÀS CUSTAS DA DIOCESE.
Parabéns.
Não contem com a minha ajuda para mais nada. Isto torna-se ridículo. Certamente nem todos os membros devem ter compactuado nisto mas pelo que parece, pelo menos quem está à frente deve ter uma visão estranho sobre o que é uma missão. Oh senhores padres e senhores leigos, se querem passar férias peguem no vosso pézinho de meia e façam-no ás vossas custas.
Tenho dito.

Xavier disse...

Ainda por cima estes comentários desta Alexandra que presumo ser do grupo "missionário" e que em vez de falar do trabalho, NÃO, parece que o mais importante foi o convivio. Belas férias... é o que digo... Belas férias.
Arrependo-me de ter desperdiçado dinheiro com isto pá.

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